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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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1/3 das crianças morre

Mäyjo, 08.11.14

Os anos passam mas pouco muda...

 

A Associação Angolana de Direitos Humanos divulgou, em final de Novembro, um relatório com números arrepiantes sobre a mortalidade infantil em Angola. Cerca de 1/3 das crianças deste país morre antes de completar 5 anos de idade.

Por cada mil nados-vivos, 200 morrem no primeiro ano de vida. É uma das mais baixas taxas de esperança de vida no Mundo. A organização calcula que milhão e meio de crianças vivem em situação económica difícil, o que é grave num país onde 1/4 da população tem menos de 6 anos de idade. Grande parte destas crianças (sobre)vive na rua através das esmolas, prostituição e pequenos furtos. Esta Associação denunciou ainda as elevadas taxas de analfabetismo infantil e o uso em Angola de crianças como força de trabalho escrava.

África Hoje, Dezembro 95

 

Apreciações sobre o fenómeno turístico

Mäyjo, 08.11.14

É importante salientar algumas apreciações sobre o fenómeno turístico. Assim apresenta-mos os seguintes aspectos:

  • Riscos decorrentes de uma avaliação sumária e restrita das componentes e das vertentes desta actividade e da atitude dos responsáveis políticos e empresariais, na relação entre a oferta e os segmentos de mercado a atingir, o que é particularmente válido quando se pretende simplesmente optar entre turismo de massas e modalidades de turismo ativo ou alternativo.  
  • Há também que fazer a distinção entre férias e turismo, isto porque, as férias podem ser gozadas no próprio local de residência, enquanto o turismo só se assume quando acontece viagens para distâncias diversas, dando como exemplo a estadia mínima de 24 horas.
  • Uma viagem não significa obrigatoriamente turismo, como pode acontecer com emigrantes que se deslocam para o local de trabalho (mas não quando visitam o país de origem) e com os que o fazem por razões políticas.
  • Se nos restringirmos às implicações económicas e culturais de férias e viagens, poderemos concluir que existem sempre, em maior ou menor grau, pois as pessoas em férias, mesmo no seu lugar de residência, consomem geralmente mais do que durante o resto do ano, podem visitar museus entre outros locais de interesse turístico. Todos aqueles que viajam utilizam meios de transporte, alojamento, restauração e podem também visitar instalações de interesse cultural.
  • Subsistem pois, algumas imprecisões conceptuais, quando se explicitam, conjuntamente ou em separado, as múltiplas implicações económicas, sociais, culturais e políticas de férias, viagens e turismo.

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